Duas peças que trabalham juntas: campanhas na Meta e no Google medidas pelo que trouxeram de pedidos, e redes sociais que fecham o que o anúncio começou. Tudo ligado ao WhatsApp, onde a assistente responde, e ao CRM, onde se vê o que cada euro trouxe.
Quem vê um anúncio raramente escreve logo. Abre o perfil, vê três publicações, percebe se o negócio é real e se sabe do que fala, e só então escreve. Se o perfil está parado, o anúncio paga o clique e perde o pedido. Se não há anúncio, o perfil fala só para quem já segue.
Por isso tratamos as duas peças como uma só: o anúncio traz quem está a decidir, o perfil convence, a assistente responde no WhatsApp em minutos e o CRM mostra de onde veio cada cliente. Medimos tudo pelo mesmo número: o custo de cada pedido e o que ele valeu.
É a repetição, publicação após publicação, que fixa a marca na memória de quem ainda não pediu. Construímos a identidade visual e garantimos que se mantém em todas as peças, para que o feed funcione como um conjunto e não como um amontoado de publicações avulsas.



Propomos, planeamos e produzimos peças que ajudam a pessoa a reconhecer um problema que ainda não sabia nomear. Em imagem, vídeo e carrossel, numa linguagem que quem segue o negócio percebe à primeira leitura.









Estratégia, textos, criativos, vídeos e publicação, com um objetivo: que o perfil feche o que o anúncio começou. Ver a página de redes sociais em detalhe.
Os temas, os formatos e o calendário, a partir das dúvidas reais dos clientes e das campanhas que estão a correr. O negócio valida; a Vitalium executa.
Escritos para a pessoa concreta a quem se quer falar, com a dor clara e a solução clara. Em português de Portugal, sem fórmulas de coach.
Carrosséis, imagens e reels editados pela nossa equipa. Vídeos gravados pelo negócio com guião nosso, ou feitos de raiz quando faz sentido.
Publicamos, respondemos a comentários e mensagens dentro das regras combinadas, e passamos ao negócio o que precisa de uma pessoa.
As melhores publicações viram anúncios. Quem escreve pelo Instagram é atendido pela assistente virtual, se o negócio a tiver, e entra no CRM.
Não são alternativas. Um cria a procura, o outro recolhe-a. Muitas vezes são os dois, com papéis diferentes.
A pessoa não está a pesquisar nada: está a passar o dedo no ecrã. O anúncio mostra-lhe um problema que ainda não sabia nomear. Custo por contacto mais baixo, intenção mais baixa. Funciona bem em estética, clínicas, imobiliário, stands, formação e produtos.
A pessoa escreveu o problema, o serviço ou o nome do negócio: já decidiu procurar. Recolhe procura que já existe, no momento em que aparece. Custo por clique mais alto, intenção muito maior. Funciona bem em dor, urgência, advocacia, construção, serviços e indústria.
A Meta cria o interesse, o Google apanha quem foi pesquisar depois, e o CRM mostra de onde veio cada cliente para a verba ir para onde rende.
O mesmo método para a Meta e para o Google, adaptado ao que cada negócio fecha. Ver a página de tráfego pago em detalhe.
Píxel da Meta e Google tag instalados nas páginas, API de Conversões ligada ao CRM, eventos com nome para cada passo: pedido, marcação, venda. Sem isto não se começa, porque sem isto não se aprende.
O anúncio promete uma coisa e a página entrega essa coisa, com um pedido simples: uma mensagem no WhatsApp, um formulário curto ou uma marcação.
Vídeos e imagens feitos para quem está a decidir, com a dor concreta e a solução concreta. Testamos vários ângulos e deixamos correr os que trazem pedidos ao melhor custo.
Começamos a otimizar para pedidos. Quando há volume, passamos a otimizar para pedidos qualificados e para vendas, com os eventos que o CRM devolve. A plataforma aprende com quem comprou.
Investimento, pedidos, custo por pedido, marcações, comparências e vendas, por campanha e por anúncio. Quando algo muda, sabe por nós antes de dar por isso.
Não. Há negócios que começam pelos anúncios e juntam as redes quando o perfil começa a pesar na decisão, e outros ao contrário. Na reunião dizemos por onde começar no seu caso e porquê.
Depende do setor e do valor de cada cliente. Na reunião olhamos para o que fecha, para o valor médio e para a concorrência, e propomos um ponto de partida realista. O investimento é pago às plataformas, não à Vitalium.
Depende do plano e do setor. O que importa não é o número, é que cada publicação responda a uma dúvida real e leve a um pedido. Na reunião definimos o ritmo.
Ajuda, porque as pessoas confiam em caras. Damos o guião e as indicações; grava no telemóvel e nós editamos. Quando não é possível, há formatos sem rosto.
As primeiras semanas servem para a plataforma aprender e para testar ângulos. A partir daí os números estabilizam e otimiza-se. Falamos de prazos concretos na proposta, nunca antes.
Os anúncios e as redes sociais podem ser contratados juntos ou separados. Na reunião de 30 minutos recebe a proposta com os valores, antes de qualquer decisão.
Indique o seu site. Lemos o que faz, dizemos-lhe por onde começar e mostramos a assistente a responder como se fosse sua. Depois, se fizer sentido, marca 30 minutos com o Dhiogo, CEO da Vitalium.
Diga-nos o que precisa. Respondemos em 24 horas úteis, pelo WhatsApp.
Falamos consigo pelo WhatsApp em 24 horas úteis. Se preferir, escreva-nos já:
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